Maria Cristina Delvechio Rosseto
Todos os dias, ao amanhecer, sempre a mesma rotina. Que correria: filho para acordar, fazer o café da manhã, a marmita para enfrentar mais um dia de trabalho. Esse, cheio de surpresas, pois somos humanos demais para compreendermos o que Deus nos prepara.
Abro a porta, recolho o jornal, somente o observo. Tudo pronto. Lá vamos. Que Deus nos ajude, e que façamos a nossa parte!
Fecho o portão. Ando... ando até ao ponto de ônibus chegar. Entrando no ‘buzão’ vejo aquelas pessoas sofridas, mas com muita esperança de que tudo vai melhorar.
Ao chegar ao trabalho: “bom dia”, “bom dia”. Uns respondem, outros não, Mãos a obra. E, quando nem vejo: hora do almoço e, logo, retorno à labuta. Entre altos e baixos, vou continuando o meu trabalho. Chega, enfim, a hora de retornar para casa. Novamente, no ‘buzão’. O cheirinho nem tanto agradável. Entretanto, o cansaço nos faz adormecer. Quase sem perceber, cheguei a minha casa.
Ufa! Que correria! Será que vou conseguir descansar um pouquinho? Ai! Acho que não. Estou ouvindo meu filho e meu marido me chamarem.
Maria Cristina Delvechio Rosseto, professora dedicada que aprecia textos diversificados. Nasceu em Flórida Paulista, no estado de São Paulo, em 1975. Curte frases bem profundas que elevam a luta em nosso cotidiano. "Quando esperamos por coisas boas, elas constantemente estão à disposição".
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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