quarta-feira, 16 de setembro de 2009

UMA HISTÓRIA DE AMOR NO LIXO

Naquele dia acordei com vontade de limpar o mundo, isso às vezes me acontecia, já que sempre fui uma pessoa solitária e arredia.
Vesti minhas galochas pretas, arrematei a vassoura e me senti a verdadeira Deusa Grega da Limpeza. Rumei em direção à rua para desempenhar o papel ao qual me prestei.
Entre uma vassourada e outra, percebi um volume entre as folhas e resolvi investigar. Para meu espanto era uma carteira recheada de oncinhas. Logo veio a ideia de me apossar daqueles felinos e curtir um pouco a minha tão entediada vida.
Porém, não contendo a minha curiosidade (coisa de mulher), vasculhei aquele objeto detalhadamente e descobri que além de oncinhas havia também um gatão.
Fiquei tão impressionada com aquela bela visão que imediatamente decidi retomar meu perfil de boa samaritana e devolver o que não me pertencia.
Hoje encontrei outras “coisas” a fazer, “bem” mais interessantes e prazerosas do que varrer rua.

Crônica elaborada com base na notícia: "Sem gari, mulher varre rua", publicada em 'O Liberal' de 11/08/2009 - Seção: Cidades, pág.07.

Autoras:
Alini Mara de Marques
Íris Batista Silva
Rita de Cássia Vaz de Lima

2 comentários:

  1. leonice aparecida da silva21 de setembro de 2009 11:31

    Meninas,sabem que eu até achei essa ideia de varrer rua bem interessante? Não pelas oncinhas,mas pelo GATO kikikikikiki

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  2. Meninas espertinhas....
    Estou bastante interessada no endereço das "onçinhas"! As colegas podem socializar??????

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